O Tigre e o Morango


O TIGRE E O MORANGO

Certo dia, Buddha contou a um jovem que parecia desesperado:

Há algum tempo atrás, um homem que estava a caminhar pelo campo encontrou um tigre. Assustado, ele começou a correr e o tigre correu atrás dele.

Aproximando-se de um precipício, o homem pegou nas raízes expostas de um arbusto selvagem e pendurou-se, precipitadamente, para baixo. O tigre o farejava-o acima. Tremendo de medo, o homem olhou para baixo e viu, no fundo do precipício, outro tigre à sua espera. Apenas a raiz do arbusto o sustinha.

Porém, ao olhar para a planta viu dois ratos, um negro e outro branco, que estavam a roer aos poucos a raiz. Nesse momento, os seus olhos descobriram no arbusto um belo morango, ali mesmo ao seu lado. Aí, o homem segurou a raiz só com uma mão, e com a outra pegou no morango e comeu-o.

“Que delícia!” – disse ele.

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Os estágios da busca de unicidade

 

Fonte:http://jornaldespertar.blogspot.pt/2015/12/os-estagios-da-busca-de-unicidade.html

1 – Renúncia aos interesses mundanos – Quando se deseja ardentemente os estados místicos, o primeiro estágio consiste em despojar o eu de todos os obstáculos materiais; há renúncia e desinteresse. Essa renúncia parece um prelúdio comum às experiências regressivas em geral. O místico, de modo voluntário e com plena consciência, renúncia aos prazeres e às recompensas da vida mundana para ir em busca daquilo que ele considera o Bem Supremo. Desse modo, Buda abandonou sua herança régia a fim de descobrir as causas do sofrimento humano e os modos de abrandá-lo. Um exemplo recente de renúncia às coisas deste mundo pode ser encontrado na vida de Albert Schweitzer, que abandonou uma carreira auspiciosa na Europa para fundar um hospital no coração da selva africana. Ele revelou que a base de sua filosofia, a “reverência pela vida”, foi-lhe revelada através de um súbito vislumbre místico.

 

2 – Inefabilidade (aquilo que pode exprimir por palavras) – Os místicos, por ocasião do regresso, geralmente encontram dificuldades em revestir suas experiências de palavras. Ao se reportarem ao conteúdo, sentem que as palavras que estão usando não expressam, na realidade, a natureza de suas experiências. Os místicos sempre declaram que sua experiência é indescritível, pois extrapola o alcance do pensamento discursivo.

3 – Qualidade noética (o pensamento, a percepção, a imaginação) – Os místicos acreditam terem-se apossado de profundas verdades durante suas experiências. Eles saciaram sua sede na fonte do significado. Aprenderam direta e imediatamente a verdade evidente por si mesma. Essa experiência faz com que o místico se esqueça do corpo e das suas reações sensuais, resultando numa purificação das tendências narcíseas e, de fato, numa impessoalização do pessoal em todos os seus aspectos (Vida Impessoal). Essa qualidade é o resultado da obtenção do conhecimento direto da realidade… que difere da percepção sensorial comum ou uso do raciocínio lógico. Os efeitos dessa experiência perduram para toda a vida do místico.

4 – Êxtase – uma sensação de felicidade e júbilo que ultrapassa o natural; parece ser uma característica de muitos estados místicos – particularmente daqueles do tipo denominado misticismo da natureza e misticismo deístico (Sistema ou atitude dos que, rejeitando toda espécie de revelação divina e, portanto, a autoridade de qualquer igreja, aceitam, todavia, a existência de um Deus destituído de atributos morais e intelectuais, e que poderá ou não haver influído na criação do Universo). Esse estado de felicidade e júbilo tem um efeito redentor: a libertação da contaminação do interesse mundano egoísta para um estado de visão pura, espontânea e serena.  O místico tem a sensação de estar “retornando ao lar”,retornando à sua fonte – cósmica, não maternal; que ele também está se entregando, com segurança, a um poder infinitamente mais forte do que ele próprio – um poder universal e não pessoal; que está participando de uma nutrição primária, elementar, natural ao homem e superior a todas as outras – alimentando para a mente e para o espírito, e não para o corpo; e que seu êxtase o purifica de modo a sentir-se, mais uma vez, puro e inocente como um bebê. O êxtase do místico tem sido uma fonte de poder redentor, que o purga da dúvida a respeito de si mesmo e da vacilação.

5 – A experiência de fusão (síntese) – A experiência de fusão, é como vimos, típica de todos os tipos de experiência mística. Ela consiste numa sensação de que nossa individualidade, os limites do eu, desapareceu – o eu e a natureza se entremesclam. Nosso ser se funde com umser mais amplo, de algum tipo, às vezes a tal ponto que não mais duas coisas, mas apenas uma só coisa que se difunde em tudo. Esta experiência traz consigo a sensação da dissoluçãocompleta dos limites. A universalidade que o místico experimenta pode resultar, temporariamente, numa perda da identidade pessoal; mais tarde, há um aprofundamento da percepção do eu com o conhecimento de que todos os eus são UM.  Aquele que pode participar verdadeiramente da natureza, ou fundir-se com a universalidade da vida, entra em contato com uma fonte de serenidade, ordem, beleza e harmonia que exala sua fragrância a cada momento da sua vida.

Claire M. Owens – O mais Elevado Estado da Consciência – Ed. Cultrix

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A realidade é uma interpretação.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Consciência não é mero saber, é estar ciente de si e da relatividade de seu próprio olhar sobre a realidade.

A realidade é uma interpretação que se faz de acordo com o conteúdo mental e emocional de cada um.

Cada um vê a si mesmo, é preciso ir além disto, se não ficamos como a Mariângela, a seriema aqui de casa que ataca os vidros da janelas pois não se reconhece no próprio reflexo.

Não se reconhecer (no outro) é a fonte de boa parte de nossos sofrimentos. Dá origem a fanatismos, intransigências, brigas, violências e carma.

A consciência de si é a percepção da própria interpretação e da interpretação do outro a respeito da realidade.

A realidade do consenso é tão somente a interpretação dominante, pode ser chamada de matrix. Cada um tem uma matrix dentro de si, um sistema de interpretação.

A comunicação entre duas pessoas que possuem sistemas de interpretação diferentes (religiões, ideologias, filosofias diferentes) se dá quando ambas tem consciência de si, quando possuem uma percepção mais ampla que  permite trafegar entre diferentes sistemas interpretativos e, portanto, são capazes de perceber uma situação de forma mais aberta, com uma percepção mais flexível.

Assim é muito importante cultivar mente e coração com uma diversidade de sistemas de interpretação, perceber sua relatividade e, sobretudo, ser capaz de observar, espreitar, olhar para si mesmo através da meditação e do silêncio interior, pois esta é a chave principal para ir além da matrix pessoal e coletiva.

Os três monges

É uma velha tradição dos mosteiros budistas do Japão.

Sempre que um monge viajante deseja passar a noite num mosteiro, deve passar numa prova. Deve vencer um debate sobre budismo com um dos monges residentes. Mesmo que vença o debate, poderá passar apenas uma noite. Isso é simbólico e muito bonito, num debate intelectual pode-se gerar muito fogo sem nenhuma luz. Pois a “mente” discursiva, mesmo que seja brilhante, não é capaz de compreender a Verdade, assim o monge deve, após o pernoite, seguir em sua viagem em busca do Conhecimento.

Certa feita, um monge viajante chegou a um mosteiro onde haviam dois irmãos. Um mais velho e sábio e outro mais moço, caolha e um verdadeiro idiota.

O mais velho e sábio dos irmãos naquele dia estava muito cansado para debater, tinha estudado muito, e quis colocar o irmão mais novo frente à frente com o monge viajante. Contudo, o monge viajante devia ser um homem muito vivido e experiente, devido as suas inúmeras viagens e o irmão mais velho pensou se não existiria alguma maneira de equilibrar as condições do debate, já que seu irmão caolha não passava de um idiota.

Até que teve uma brilhante idéia . O debate seria efetuado em silêncio.

Ao terminar o debate o monge viajante sai para cumprimentar o irmão sábio.

Seu irmão é um homem maravilhoso ! Venceu o debate brilhantemente! – disse o viajante.

Mas como? Ele não passa de um idiota! – pensou o estudioso consigo mesmo.

– Diga-me, como foi o debate – perguntou o estudioso monge.

Bem, – disse o viajante – assim que vi seu irmão, levantei um dedo, para simbolizar Buda. Seu irmão levantou dois dedos para simbolizar Buda e seus discípulos. Então eu levantei três dedos para simbolizar Buda, seus discípulos e seus ensinamentos. Seu irmão levantou o punho fechado em minha face para simbolizar que os três vêm de uma única realização. Então, vencido, retirei-me da sala de debates.

O monge viajante teve, então, que dormir ao relento.

Sai logo depois o monge caolha e idiota em altos brados.

– Parabéns, irmão ! Soube que venceu o debate brilhantemente ! – disse o irmão estudioso.

– Qual que nada! Aquele monge era um grosseirão!!! Imagine que assim que me viu, levantou um dedo para acusar-me de possuir apenas um olho. Ora, como eu sou muito educado, levantei dois dedos cumprimentando-o pôr ter dois olhos. Imagine que ele teve a petulância de me mostrar os três dedos, como que dizendo que os dois olhos perfeitos que possuía e mais o meu único olho formam três ! Então, sem mais agüentar a humilhação, levantei meu punho fechado em sua face para dar-lhe um soco e ele saiu espavorido ! – disse o idiota.

O irmão mais velho apenas sorriu.

Extraído de memória do excelente livro: “Dez Contos Zen – Nem Água, nem Lua” – Osho

Fonte: http://pistasdocaminho.blogspot.pt/2015/09/a-realidade-e-uma-interpretacao.html

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A Realidade é uma “Matrix” – Uma Explicação

Fonte: http://marecinza.blogspot.pt/2015/06/a-realidade-e-uma-matrix-uma-explicacao.html

A Realidade é uma “Matrix” – Uma Explicação

” Não existe o que chamamos de ‘matéria’, toda matéria surge e existe apenas em virtude de uma força que leva as partículas de um átomo a vibrar e manter equilibrado esse diminuto sistema solar que é o átomo. Temos de aceitar a existência de uma mente consciente e inteligente por trás dessa força. Essa Mente é a matrix de toda a ‘matéria’ ”. –Max Planck (1858 – 1947)

 

” Se você tiver uma consciência do tamanho de uma bola de golfe, quando você ler um livro, terá o entendimento do tamanho de uma bola de golfe, quando você prestar atenção em algo, terá compreensão do tamanho de uma bola de golfe e quando acordar de manhã, você terá um despertar do tamanho de uma bola de golfe. Mas se você pudesse expandir sua consciência (e você pode), então você leria um livro com mais entendimento, prestaria atenção com mais compreensão e acordaria mais desperto e consciente. Existe um oceano de pura consciência dentro de cada um de nós, e fica bem na fonte e base da mente, é a fonte do pensamento, e também é a fonte de toda a ‘matéria’ “ – David Lynch

 
 
Estamos atualmente aprendendo pouco a pouco que a realidade física é um tipo de ‘ilusão’ coletiva. A Física Quântica veio para nos explicar de forma cientifica e lógica como isso funciona. Basta saber que todo universo é composto por átomos, e os átomos não são sólidos. Os elétrons orbitam em volta do núcleo, mas eles nunca se encostam, assim como você nunca encostou em nada na sua vida, pois os elétrons que orbitam o átomo se repelem, logo o que você sente é nada mais que impulsos elétricos que trafegam em nosso sistema nervoso em direção ao cérebro, que decodifica esses impulsos. Todo esse mundo físico de 3 dimensões – Alturalargura e profundidade, são 4 se você contar o Tempo (não confundir Dimensão com Densidade) é percebido por nossos 5 sentidos, visão, audição, olfato, tato e paladar. A física quântica mostrou que o Tempo e o Espaço são ilusões da percepção desses nossos 5 sentidos. Sendo assim, podemos afirmar que TUDO o que ocupa espaço é parte de um código. Nossos corpos são um conglomerado de um conjunto de códigos. Esse conglomerado ou esse conjunto de códigos, está contido numa “chave biológica” chamado DNA, o nosso Código Genético.
Dos 64 códons de nosso DNA, apenas 20 estão “desbloqueados”, mas isso não quer dizer que não podemos desbloqueá-los. Dependendo de nossos pensamentos, as vibrações geradas podem ativar esses Códons e assim podemos ativar habilidades as quais foram suprimidas. (Pesquise NEXUS)

Voltando ao assunto, a “matéria” parece um bom lugar pra começar a estudar o mundo, pois a solidez do mundo parece inquestionável, assim como seu corpo e seu computador parecem ser coisas fixas que você pode ver e tocar, mas o que vem sendo discutido desde os tempos de Einstein com o nascimento da física moderna, os físicos vem nos mostrando que essa solidez é uma miragem.

O físico nuclear Ernst Rutheford realizou uma experiência em Manchester que revelou a forma interior do Átomo. Os cientistas ficaram surpresos quando descobriram que o átomo é praticamente um espaço vazio. E daí surgiu uma pergunta intrigante para a “razão” da ciência ortodoxa: “Como é possível um átomo vazio formar o mundo sólido que nos rodeia ?” .
[Veja também o Modelo Atômico de Bohr ]

Toda ‘matéria física’, ou seja tudo a nossa volta é resultado de uma vibração, uma frequência, isso significa que se você alterar a frequência, a estrutura de matéria também vai mudar. Nós vivemos em um Universo holográfico e em um holograma, cada pequena parte é um reflexo do TODO, por exemplo, o átomo e o Sistema Solar, e podemos ainda ir mais além, pois uma Galáxia se comporta da mesma maneira. Quanto mais perto do núcleo de uma Galáxia, mais Radiação/Luz existe.

Sabemos que no centro de uma galáxia existe um enorme Buraco Negro. Isso nos faz concordar com a teoria de Nassin Haramein, onde no núcleo de cada átomo há um “mini Buraco Negro“. Se lembrarmos que no núcleo do átomo há o Próton e o Nêutron “lutando” para se equilibrarem, percebemos que a Singularidade é o equilíbrio entre as polaridades, ou seja, matéria e antimatéria, a vibração e a não vibração, ou caos e harmonia.

Toda matéria no universo é “expelida” e “controlada” pelas Singularidades ou Buracos Negros. Desde o nível atômico até ao de uma Galáxia (ou além), tudo que está “fora” ou em volta de um Buraco Negro, é VIBRAÇÃO. O único lugar que a vibração encontra a não vibração é dentro de uma Singularidade ou Buraco Negro. O espaço que pensamos ser o “vazio”, é na verdade um elemento básico para a estrutura perceptível da existência. Ele é maleável e pode ser moldado pela INTENÇÃO. Isso significa que a realidade é então formada pela nossa Consciência. A consciência é a única que cria e modela a realidade individual e coletivamente. Pensamento é vibração, assim como as nossas emoções. É a consciência se manifestando num “caos” criado para gerar experiências. O universo então, é um reflexo de nossa consciência coletiva que cria sem cessar, respeitando a fractalidade dos estados vibratórios. Você acha difícil “enxergar” dessa forma? Então pare já de usar apenas o hemisfério esquerdo do cérebro e pensar apenas tangivelmente. Use os dois hemisférios e equilibre suas “crenças”. A  sozinha é uma forma de crença imutável e rígida, onde nenhuma nova informação entra. Você se encarcera e inconscientemente não se permite aprender.

Muito se fala da entrada de nosso Sistema Solar no “Cinturão de Fótons” detectado pelos astrônomos desde as décadas de 60 e 70. A extensão desse tal Cinturão é 25 mil vezes maior que a nossa própria galáxia. A medida que nos aproximamos desse Cinturão, a Ressonância de Schumann aumenta de acordo com a Matemática de Fibonacci (1, 1, 2, 3, 5, 813). Se é assim, então em 2012 essa frequência estará nos 13hz. A Cimatica demonstrou que quanto maior a frequência, mais complexa se torna a matéria. Ou seja, a fisicalidade ou o meio, é definido por um padrão que acompanha uma frequência/energia. Nós estamos passando exatamente por essa experiência. O movimento dos corpos celestes nos dá a chave para entender as mudanças vibratórias que mudam os padrões de existência, dentro desse gigantesco holograma vibratório chamado Universo.
Mas devemos estar sempre preparados para enfrentar essas mudanças e isso me deixa apreensivo, pois o mundo está sempre com medo e estamos sempre em disputa uns contra os outros. Enquanto estivermos nesse estado mental, vibraremos na frequência do Medo, uma frequência baixa e densa e esse é o propósito de todo o Sistema. 

A estrutura da sociedade atual é feita para criar um estado de medo constante, para termos estresse, para nos deixar preocupados quanto ao amanhã, nos fazer sentir culpados pelo ontem e esquecer o AGORA. A psicologia moderna hoje já sabe (para aqueles que não vivem em caixas), que as únicas emoções que nós sentimos é AMOR ou MEDO, todo resto é derivado desses dois estados, como a nossa raiva que nada mais é do que um ato de medo, uma sensação de impotência perante uma situação que não se tem ‘controle’, ou pelo menos a ilusão de controle (que MUITOS vivem hoje). É bom deixar claro que nossas emoções afetam diretamente a estrutura de nosso DNA, que por sua vez afeta diretamente a fisicalidade no mundo ou meio em que estamos, assim como a nossa percepção da ‘realidade’.

Temos que compreender que se você modificar o campo (nossas emoções alteram seu campo eletromagnético, o que os médiuns chamam de ‘aura’) em que o átomo está, você modifica o átomo, e nós somos feitos desses átomos, portanto, quando nós temos pensamentos e por consequência sentimentos (ou vice-versa), nós estamos modificando o campo que conecta os átomos que nos compõem, portanto estamos literalmente nos modificando e modificando o ambiente em que vivemos de acordo com nós mesmos.

Fica nítido então, perceber que alguém está manipulando nossa percepção dessa fisicalidade para nos aprisionar num perpétuo estado vibratório. Não querem que entendamos além desse estado, pois assim, recuperamos a nossa Liberdade. Todos nós devemos tomar muito cuidado com o que pensamos, acreditamos e sentimos, porque a realidade é um holograma controlado pela vibração de sua consciência e você, está literalmente ajudando a criar o futuro com a sua corrente de pensamentos. Desde o nível sub-atómico a realidade se comporta de acordo com a expectativa do observador (que somos nós), porque o observador é a consciência em sua forma mais pura e como foi falado antes, é a consciência que molda o universo TODO.


Informação é a chave dessa ‘matrix’, essa realidade ‘ilusória’, a informação cria Fractais (Pesquise Cimatica), se a informação (vibração, frequência) aumenta, o número de fractais aumentara.
Se você pesquisar sobre Fractais e Teoria do Caos, e olhar em termos de sociedade, compreenderá a filosofia dos ‘Ocultistas’ chamada ‘ordo ab chaos’ (ordem vinda do caos), no sentido de que, quando o Sistema começa a ficar altamente desestabilizado, acontecem re-padronizações ‘aleatórias’ (para a física atual, mas eu não acredito que nada seja aleatório), que se re-organizarão em maior complexidade. Por isso é necessário para nós TODOS compreender melhor a nossa natureza, a natureza da nossa existência, do nosso corpo e da nossa essência que é pura consciência em ultima instância. No momento que você compreender sua natureza, compreenderá muito melhor o porque do mundo ser estruturado da maneira que é. As pessoas não enxergam o que está em baixo de seus narizes, porque elas olham para mundo e aceitam o que elas vêem como realidade, mas elas estão erradas. Essa Densidade em que nós vivemos é apenas uma pequena fração de uma frequência de Infinitos campos de frequências, é basicamente como uma TV ou um rádio quando você muda de canal. o canal em que você estava pára de ser visto, mas isso não significa que ele deixou de existir, somente você deixou de perceber determinado canal e o mesmo se aplica para o nosso corpo.

Finalizando… Consciência é a linguagem programadora do universo e nós somos condutores dessa consciência, é isso que nós somos e isso que nós fazemos, ela emana de dentro de nós, é o ato da consciência que cria tudo que nós percebemos. Não conseguiríamos nem sequer imaginar um universo sem nós, porque o ato de observar é o mesmo que criar algo para nós vermos. A compreensão intelectual sobre o assunto não é tão importante quanto a experiência do mesmo, porque é isso que cria TUDO. Não existe o que nós chamamos morte, o que existe, é a Consciência transcendendo as frequências no que chamam de salto quântico na física atual, você perderia seu ‘Avatar’ mas continuaria existindo como consciência. Isso é a negatividade retrocedendo e você entrando em um campo consciência mais amplo, onde você continuaria projetando seu histórico de informações, a maneira como você conhecia o universo antes do ‘salto’ quântico.
A morte é quando a consciência pára de causar o colapso das possibilidades quânticas em eventos reais da experiência” – Amit Goswami.

Fonte: http://betoblog2012.blogspot.pt/2012/09/a-realidade-e-uma-matrix.html

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A Essência da Sabedoria.

Fonte:http://pistasdocaminho.blogspot.pt/2015/06/a-essencia-da-sabedoria.html

domingo, 21 de junho de 2015

Quando o grande místico sufi Hasan estava morrendo, alguém lhe perguntou:

“Hasan, quem foi seu mestre?”.

Ele respondeu: “Tive milhares deles. Se apenas enumerasse seus nomes, levaria meses, anos, e agora é tarde demais. Mas certamente lhe contarei sobre três Mestres.

“Um deles foi um ladrão. Uma vez me perdi no deserto, e quando cheguei a uma aldeia já era muito tarde, tudo estava fechado. Mas finalmente encontrei um homem, que tentava fazer um buraco na parede de uma casa. Perguntei-lhe onde poderia ficar, e ele respondeu: ” A esta hora da noite será difícil, mas pode ficar comigo se for capaz de ficar com um ladrão!”.

“E o homem era tão harmonioso – fiquei por um mês! E toda noite ele dizia: “Estou indo agora a meu trabalho. Vá descansar e rezar.” E quando ele voltava, eu lhe perguntava: “Conseguiu algo?, e ele respondia: “Esta noite não. Mas amanhã tentarei novamente, e se Deus quiser…” Ele nunca se desesperava, e estava sempre feliz.

“Quando eu meditava e meditava por anos a fio, e nada me acontecia, muitas vezes havia momentos em que ficava tão desesperado, tão sem esperanças, que pensava em parar com toda aquela bobagem. E de repente me lembrava do ladrão que toda noite dizia: “Se Deus quiser, amanhã vai acontecer”.

“E meu segundo mestre foi um cachorro. Eu me dirigia a um rio, sedento, e um cachorro apareceu, também com sede. Olhou para o rio, vendo lá outro cachorro – sua própria imagem – ficou com medo. Ele latia e se afastava correndo, mas sua sede era tamanha que acabava voltando. Finalmente, apesar do medo, simplesmente pulou na água, e a imagem desapareceu. E eu sabia que aquela era uma mensagem de Deus para mim: devemos dar o salto, apesar de nossos receios.

“E o terceiro Mestre foi uma pequena criança. Cheguei numa cidade, e uma criança estava carregando uma vela acesa. Ela se dirigia à mesquita, para lá depositar a vela.

“Apenas por brincadeira, perguntei ao menino :”Você mesmo acendeu a vela? Ele respondeu: “Sim, senhor”. E continuei: ” Houve um momento em que a vela esteve apagada, depois houve outro em que ela acendeu. Você pode me mostrar a fonte da qual a luz veio?”.

“E o menino riu, assoprou a vela, e disse: Agora você viu a luz indo. Para onde ela foi? Diga-me!

“Meu ego e todo o meu conhecimento ficaram despedaçados. E naquele momento senti minha própria estupidez. Desde então abandonei toda a minha erudição”.

É verdade que não tive Mestre. Mas isso não significa que não fui discípulo – aceitei toda a existência como minha Mestra. Meu discipulado foi um envolvimento maior que o seu. Confiei nas nuvens, nas árvores…na existência como tal. Não tive Mestre porque tive milhares deles – aprendi de todas as fontes possíveis.

Ser discípulo é uma necessidade absoluta no caminho. O que significa ser discípulo? Significa ser capaz de aprender, estar disposto a aprender, ser vulnerável à existência. Com um Mestre você começa aprendendo a aprender…e muito lentamente você entra em sintonia e percebe que, da mesma maneira, pode entrar em sintonia com toda a existência. O Mestre é uma piscina onde você pode aprender a nadar. E quando aprende, todos os oceanos são seus.

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